domingo, 17 de abril de 2016

Permitir

Permitir, permitir-se, ser permissivo... o limite estabelecido, concedido, tolerado. Quando perdemos ou ganhamos? Onde somos furtados com essas invasões controladas? É a vida marginal, beirando o interesse de terceiros, nossos... é a rendição voluntaria ao que nos encanta desfavorecidamente... nos prendendo, nos depreciando, nos destruindo. Nos sentimos presos ao sabor distorcido da verdade, somos atraidos feito cães sarnentos pelo odor da carcaça podre no chão, porque aquilo é util, funcional, necessario...

Passamos a entender que o querer nem sempre é benéfico, que a negação pode ser amarga feito a dor, mas tao necessaria para nos favorecer com a sensação produzida pelo não arriscar, e o que pode vir de pior depois do prazer de permitir... mas escolhemos o sim, assumimos o risco do Perder, do ser furtado, invadido, desrespeitado, e muma melhor opção rejeitado pelo objeto de mossa permissividade, só assim nos livramos do doce prazer do não poder, por não sentir, por não provar.

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